Dose Certa

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Como a proteína contribui para um envelhecimento saudável?
Entenda por que a proteína é importante para preservar músculos, força e autonomia durante o envelhecimento e saiba como incluí-la na alimentação.
Homem tossindo com pulmão evidenciado por imagem ilustrativa
O que é DPOC? Entenda a doença pulmonar obstrutiva crônica
A DPOC é uma doença respiratória crônica que dificulta a passagem do ar pelos pulmões. Conheça os sintomas, as causas e como é feito o tratamento.

O que é DPOC? Entenda a doença pulmonar obstrutiva crônica

A DPOC é uma doença respiratória crônica que dificulta a passagem do ar pelos pulmões. Conheça os sintomas, as causas e como é feito o tratamento.
Homem tossindo com pulmão evidenciado por imagem ilustrativa

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença respiratória que dificulta a passagem do ar pelos pulmões. Isso acontece porque as vias aéreas e os pulmões sofrem alterações que tornam a respiração mais difícil ao longo do tempo.

A DPOC inclui principalmente a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. Embora não tenha cura, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a aliviar os sintomas, reduzir o risco de crises e melhorar a qualidade de vida.

Quais são os principais sintomas da DPOC?

Os sintomas costumam aparecer aos poucos e podem piorar com o passar dos anos. Os mais comuns são:

  • Falta de ar, principalmente durante atividades físicas;
  • Tosse persistente;
  • Produção frequente de catarro;
  • Chiado no peito;
  • Cansaço.

Em fases mais avançadas, atividades simples, como caminhar pequenas distâncias ou subir escadas, podem exigir mais esforço.

O que causa a DPOC?

O tabagismo é a principal causa da DPOC e está relacionado à maior parte dos casos.

A doença também pode estar associada à exposição prolongada à fumaça de lenha, poeiras, vapores e produtos químicos presentes em alguns ambientes de trabalho.

Em uma parcela menor dos casos, a DPOC pode estar relacionada à deficiência de alfa-1 antitripsina, uma condição genética hereditária.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico deve ser realizado por um médico, que avaliará os sintomas, o histórico de saúde e solicitará a espirometria.

Esse exame mede o funcionamento dos pulmões e é considerado essencial para confirmar a limitação persistente da passagem do ar, característica da DPOC.

Como é o tratamento?

Embora a DPOC não tenha cura, existem tratamentos que ajudam a controlar a doença e reduzir o risco de exacerbações, que são períodos em que os sintomas pioram.

O tratamento pode incluir:

  • Parar de fumar;
  • Uso de medicamentos inalatórios, como broncodilatadores e, em alguns casos, corticosteroides;
  • Reabilitação pulmonar;
  • Vacinação contra gripe, pneumococo e outras doenças respiratórias, quando indicada;
  • Oxigenoterapia, para pacientes que apresentam indicação médica.

O tratamento deve ser definido de forma individualizada e acompanhado por um profissional de saúde.

É possível prevenir a DPOC?

A principal forma de prevenir a DPOC é não fumar ou interromper o tabagismo o quanto antes.

Também é importante reduzir a exposição à fumaça de lenha, poeiras e outras substâncias inaláveis presentes em alguns ambientes de trabalho, manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico caso sintomas respiratórios persistam.

Conclusão

A DPOC é uma doença respiratória crônica que pode afetar a função dos pulmões e comprometer a qualidade de vida. Identificar sintomas como falta de ar, tosse persistente e produção frequente de catarro é um passo importante para buscar avaliação médica e iniciar o tratamento o mais cedo possível.

Com acompanhamento adequado, interrupção do tabagismo e adesão ao tratamento, muitas pessoas conseguem controlar os sintomas e manter uma rotina com mais qualidade de vida.

Fontes:

Ministério da Saúde –  https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/d/doenca-pulmonar-obstrutiva-cronica

Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD) – Global Strategy for Prevention, Diagnosis and Management of COPD – https://goldcopd.org/

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) – Diretrizes sobre DPOC
https://sbpt.org.br/

MSD Manuals – https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-pulmonares/doença-pulmonar-obstrutiva-crônica-e-doenças-relacionadas/doença-pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc

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Casal de idosos fazendo exercícios
Como a proteína contribui para um envelhecimento saudável?
Entenda por que a proteína é importante para preservar músculos, força e autonomia durante o envelhecimento e saiba como incluí-la na alimentação.

Como a proteína contribui para um envelhecimento saudável?

Entenda por que a proteína é importante para preservar músculos, força e autonomia durante o envelhecimento e saiba como incluí-la na alimentação.
Casal de idosos fazendo exercícios

Envelhecer de forma saudável envolve diferentes fatores, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente e acompanhar a saúde ao longo da vida. Nesse contexto, a proteína tem um papel importante, especialmente porque ajuda a preservar a massa muscular, a força e a capacidade funcional, que tendem a diminuir naturalmente com o avanço da idade.

Diretrizes nacionais e internacionais destacam que uma ingestão adequada de proteínas, aliada à prática de exercícios físicos, principalmente os de fortalecimento muscular, contribui para manter a autonomia e a qualidade de vida durante o envelhecimento.

Por que a necessidade de proteína muda com a idade?

Com o passar dos anos, o organismo se torna menos eficiente em utilizar as proteínas para estimular a formação e a manutenção dos músculos. Esse processo faz parte do envelhecimento e pode favorecer a perda gradual de massa muscular e força.

Por isso, garantir uma ingestão adequada de proteínas passa a ser ainda mais importante para ajudar a manter a funcionalidade e a independência nas atividades do dia a dia.

Quais são os benefícios da proteína para o envelhecimento saudável?

Quando consumida em quantidades adequadas e como parte de uma alimentação equilibrada, a proteína pode contribuir para:

  • Preservar a massa muscular;
  • Manter a força e a mobilidade;
  • Favorecer a recuperação após doenças ou internações;
  • Reduzir o risco de fragilidade;
  • Ajudar na manutenção da autonomia e da qualidade de vida.

Esses benefícios são potencializados quando a alimentação é associada à prática regular de atividade física, especialmente exercícios de fortalecimento muscular.

Quais alimentos são boas fontes de proteína?

A proteína pode ser obtida por meio de alimentos de origem animal e vegetal. Entre as principais fontes estão:

  • Carnes magras;
  • Peixes;
  • Ovos;
  • Leite e derivados;
  • Feijão;
  • Lentilha;
  • Grão-de-bico;
  • Soja e derivados;
  • Oleaginosas, como castanhas e amendoim.

Uma alimentação variada costuma ser suficiente para atender às necessidades da maioria das pessoas. O ideal é distribuir o consumo de proteínas ao longo do dia, conforme orientação de um profissional de saúde.

É preciso tomar suplemento de proteína?

Em muitos casos, uma alimentação equilibrada fornece a quantidade de proteína necessária. Quando há dificuldade para atingir essa recomendação ou quando existem necessidades específicas, o médico ou nutricionista pode avaliar a indicação de suplementos.

O uso desses produtos deve ser individualizado e orientado por um profissional, considerando o estado de saúde, a alimentação e os objetivos de cada pessoa.

Como incluir mais proteína na rotina?

Algumas estratégias simples podem ajudar:

  • Incluir uma fonte de proteína em todas as principais refeições;
  • Variar entre proteínas de origem animal e vegetal;
  • Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados;
  • Associar uma alimentação equilibrada à prática regular de atividade física.

Pequenas mudanças na rotina podem contribuir para uma alimentação mais completa e favorecer um envelhecimento com mais autonomia.

Conclusão

A proteína é um nutriente importante para o envelhecimento saudável. Quando consumida em quantidade adequada e associada a hábitos de vida saudáveis, ela contribui para preservar a massa muscular, a força e a capacidade funcional, ajudando a manter a independência e a qualidade de vida ao longo dos anos.

Em caso de dúvidas sobre a quantidade ideal de proteína ou sobre a necessidade de suplementação, procure orientação de um médico ou nutricionista.

Fontes:

Ministério da Saúde – Guia Alimentar para a População Brasileira
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Conteúdos sobre envelhecimento saudável – https://sbgg.org.br/

ESPEN – Guideline on Clinical Nutrition and Hydration in Geriatrics
https://www.clinicalnutritionjournal.com/article/S0261-5614(18)30210-3/fulltext

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Healthy ageing
https://www.who.int/health-topics/ageing

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Enfermeira medindo a glicemia de uma senhora
Nova lei amplia direitos de pessoas com diabetes tipo 1
Nova lei reconhece o diabetes tipo 1 como deficiência para todos os efeitos legais. Entenda o que muda com para os cidadãos diabéticos.

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Enfermeira medindo a glicemia de uma senhora

Pessoas com diabetes tipo 1 passaram a contar com um importante avanço na legislação brasileira. A Lei nº 15.439, de 26 de junho de 2026, reconhece o diabetes mellitus tipo 1 como deficiência para todos os efeitos legais.

A nova lei busca ampliar a inclusão e garantir que pessoas com diabetes tipo 1 possam acessar os direitos e as políticas públicas destinados às pessoas com deficiência, conforme as regras previstas para cada benefício.

O que muda com a nova lei?

Com o reconhecimento do diabetes tipo 1 como deficiência para efeitos legais, pessoas com essa condição passam a ter respaldo jurídico para acessar direitos previstos na legislação brasileira destinados às pessoas com deficiência.

Na prática, isso pode incluir políticas públicas, programas de inclusão e outros benefícios previstos em lei, sempre de acordo com os critérios estabelecidos para cada situação.

Qual é o objetivo da medida?

Segundo a Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado com o objetivo de promover maior inclusão social e reduzir barreiras enfrentadas por pessoas com diabetes tipo 1.

A proposta também reconhece os desafios diários relacionados ao controle da doença, como o monitoramento frequente da glicemia, a aplicação de insulina e os cuidados contínuos necessários para prevenir complicações.

A lei garante automaticamente todos os benefícios?

O reconhecimento do diabetes tipo 1 como deficiência representa um importante avanço, mas o acesso a determinados direitos e benefícios continua dependendo das regras previstas em cada legislação específica.

Em alguns casos, podem ser exigidos documentos, avaliações ou o cumprimento de requisitos estabelecidos pelo programa ou benefício solicitado.

O que muda para quem vive com diabetes tipo 1?

Além do reconhecimento legal, a nova lei fortalece a discussão sobre acessibilidade, inclusão e atenção às necessidades das pessoas que convivem com a doença.

Especialistas destacam que medidas como essa podem contribuir para ampliar o acesso a políticas públicas e promover maior segurança jurídica para os pacientes.

Conclusão

A publicação da Lei nº 15.439/2026 representa um marco para as pessoas com diabetes tipo 1 no Brasil ao reconhecer a condição como deficiência para todos os efeitos legais.

Quem tiver dúvidas sobre os direitos previstos ou sobre o acesso a benefícios específicos deve procurar os órgãos responsáveis ou buscar orientação especializada para conhecer os requisitos aplicáveis a cada caso.

Fontes:

Presidência da República – https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15439.htm

Câmara dos Deputados – Deputados aprovam projeto que garante direitos para pessoas com diabetes tipo 1 – https://www.camara.leg.br/noticias/1276611-deputados-aprovam-projeto-que-garante-direitos-para-pessoas-com-diabetes-tipo-1

Ministério da Saúde – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes

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Ozempic como funciona
Como o Ozempic funciona no organismo? Saiba mais
Entenda como o Ozempic atua no organismo, ajuda a controlar a glicemia e por que deve ser utilizado com orientação médica.

Como o Ozempic funciona no organismo? Saiba mais

Entenda como o Ozempic atua no organismo, ajuda a controlar a glicemia e por que deve ser utilizado com orientação médica.
Ozempic como funciona

O Ozempic® (semaglutida) é um medicamento indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. Ele atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1, produzido naturalmente pelo organismo após as refeições, ajudando no controle dos níveis de glicose no sangue.

Além desse efeito, o medicamento também retarda o esvaziamento do estômago, o que pode aumentar a sensação de saciedade e contribuir para a redução da ingestão de alimentos em alguns pacientes. O uso deve ser feito somente com prescrição e acompanhamento médico.

Como o Ozempic funciona?

Segundo a bula, a semaglutida, princípio ativo do Ozempic, age por diferentes mecanismos que ajudam no controle da glicemia. Entre eles estão:

  • Aumenta a secreção de insulina quando os níveis de glicose estão elevados;
  • Reduz a liberação de glucagon, hormônio que contribui para o aumento da glicose no sangue;
  • Retarda o esvaziamento do estômago após as refeições.

Esses efeitos contribuem para melhorar o controle glicêmico em pessoas com diabetes tipo 2.

O Ozempic ajuda na perda de peso?

Sim, a perda de peso pode ocorrer durante o tratamento. De acordo com a bula, pacientes tratados com Ozempic apresentaram redução do peso corporal em estudos clínicos. Esse efeito está relacionado, entre outros fatores, ao aumento da sensação de saciedade e à redução da ingestão de alimentos observada durante o tratamento.

No entanto, o medicamento não deve ser utilizado por conta própria para emagrecer. A indicação depende da avaliação médica e das características de cada paciente.

Quando os resultados costumam aparecer?

Os efeitos do Ozempic sobre o controle da glicemia e a redução do peso costumam ocorrer de forma gradual ao longo do tratamento. Por isso, é importante seguir corretamente a dose prescrita pelo médico e manter o acompanhamento durante o uso do medicamento.

Quais são os efeitos colaterais mais comuns?

Existem sintomas mais comuns no início do tratamento, mas eles tendem a diminuir à medida que o organismo se adapta ao medicamento. Os efeitos adversos mais frequentes descritos na bula incluem:

  • Náusea;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Constipação;
  • Dor abdominal.

Caso os efeitos colaterais sejam intensos ou persistentes, é importante procurar orientação médica.

Em resumo

O Ozempic atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1, ajudando no controle da glicemia e retardando o esvaziamento do estômago. Como consequência, alguns pacientes também apresentam maior sensação de saciedade e redução do peso corporal durante o tratamento.

Por se tratar de um medicamento de prescrição, seu uso deve sempre ser acompanhado por um médico. Nunca interrompa ou altere a dose por conta própria.

Fontes:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – Bulário Eletrônico (Ozempic®)
https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

Novo Nordisk Brasil – Bula do Ozempic®
https://www.novonordisk.com.br/

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
https://diabetes.org.br/

American Diabetes Association (ADA) – Standards of Care in Diabetes
https://diabetesjournals.org/care

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Mulher sorrindo
Saúde bucal e doenças crônicas: o que a ciência já sabe?
Estudos apontam que a saúde bucal está relacionada a diversas doenças crônicas. Entenda o que a ciência já sabe sobre essa conexão.

Saúde bucal e doenças crônicas: o que a ciência já sabe?

Estudos apontam que a saúde bucal está relacionada a diversas doenças crônicas. Entenda o que a ciência já sabe sobre essa conexão.
Mulher sorrindo

Nas últimas décadas, pesquisas têm demonstrado que problemas bucais, como a doença periodontal, podem estar associados a diversas doenças crônicas, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e algumas condições respiratórias.

Embora nem sempre exista uma relação direta de causa e efeito, as evidências mostram que a saúde bucal faz parte do cuidado integral com o organismo e merece atenção em todas as fases da vida.

Qual é a relação entre saúde bucal e doenças crônicas?

A principal ligação ocorre por meio da inflamação. A doença periodontal, caracterizada pela inflamação dos tecidos que sustentam os dentes, pode aumentar a resposta inflamatória do organismo. Esse processo vem sendo associado a condições crônicas que também envolvem inflamação persistente.

Por esse motivo, especialistas consideram que cuidar da saúde bucal também faz parte da prevenção e do controle de diversas doenças.

Diabetes e saúde bucal têm influência mútua

Entre as relações mais bem estabelecidas pela ciência está a existente entre diabetes e doença periodontal. Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver essa doença, especialmente quando a glicemia está mal controlada. Ao mesmo tempo, a inflamação causada pela doença periodontal pode dificultar o controle dos níveis de glicose no sangue. Essa associação reforça a importância do acompanhamento com o dentista como parte do cuidado do diabetes.

O que dizem os estudos sobre doenças cardiovasculares?

Diversos estudos observaram uma associação entre doença periodontal e maior risco de doenças cardiovasculares. No entanto, os especialistas destacam que essa relação não significa, necessariamente, que uma doença cause a outra. Fatores como tabagismo, obesidade e diabetes também podem influenciar esse risco. Ainda assim, manter uma boa saúde bucal é considerado um componente importante de um estilo de vida saudável.

Como manter a saúde bucal?

Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de problemas bucais e contribuem para a saúde geral, como:

  • Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia com creme dental com flúor;
  • Utilizar fio dental diariamente;
  • Manter consultas periódicas com o cirurgião-dentista;
  • Controlar doenças crônicas, como diabetes;
  • Evitar o tabagismo.

Conclusão

A ciência tem demonstrado que a saúde bucal está intimamente relacionada à saúde geral do organismo. Embora ainda esteja em investigação, manter uma boa higiene bucal e realizar acompanhamento odontológico regular pode contribuir não apenas para preservar os dentes e as gengivas, mas também para o cuidado integral da saúde.

Fontes:

Ministério da Saúde – Saúde Bucal (Brasil Sorridente)
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-bucal

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Oral Health
https://www.who.int/health-topics/oral-health

Federação Europeia de Periodontologia (EFP) – Consenso científico sobre a relação entre doença periodontal e diabetes
https://www.efp.org/for-patients/gum-disease-diabetes/

American Dental Association (ADA) – Oral-Systemic Health
https://www.ada.org/resources/research/science-and-research-institute/oral-health-topics/oral-systemic-health

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS/MS)
https://bvsms.saude.gov.br/

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A nova lei busca ampliar a inclusão e garantir que pessoas com diabetes tipo 1 possam acessar os direitos e as políticas públicas destinados às pessoas com deficiência, conforme as regras previstas para cada benefício.

O que muda com a nova lei?

Com o reconhecimento do diabetes tipo 1 como deficiência para efeitos legais, pessoas com essa condição passam a ter respaldo jurídico para acessar direitos previstos na legislação brasileira destinados às pessoas com deficiência.

Na prática, isso pode incluir políticas públicas, programas de inclusão e outros benefícios previstos em lei, sempre de acordo com os critérios estabelecidos para cada situação.

Qual é o objetivo da medida?

Segundo a Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado com o objetivo de promover maior inclusão social e reduzir barreiras enfrentadas por pessoas com diabetes tipo 1.

A proposta também reconhece os desafios diários relacionados ao controle da doença, como o monitoramento frequente da glicemia, a aplicação de insulina e os cuidados contínuos necessários para prevenir complicações.

A lei garante automaticamente todos os benefícios?

O reconhecimento do diabetes tipo 1 como deficiência representa um importante avanço, mas o acesso a determinados direitos e benefícios continua dependendo das regras previstas em cada legislação específica.

Em alguns casos, podem ser exigidos documentos, avaliações ou o cumprimento de requisitos estabelecidos pelo programa ou benefício solicitado.

O que muda para quem vive com diabetes tipo 1?

Além do reconhecimento legal, a nova lei fortalece a discussão sobre acessibilidade, inclusão e atenção às necessidades das pessoas que convivem com a doença.

Especialistas destacam que medidas como essa podem contribuir para ampliar o acesso a políticas públicas e promover maior segurança jurídica para os pacientes.

Conclusão

A publicação da Lei nº 15.439/2026 representa um marco para as pessoas com diabetes tipo 1 no Brasil ao reconhecer a condição como deficiência para todos os efeitos legais.

Quem tiver dúvidas sobre os direitos previstos ou sobre o acesso a benefícios específicos deve procurar os órgãos responsáveis ou buscar orientação especializada para conhecer os requisitos aplicáveis a cada caso.

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Presidência da República – https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15439.htm

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Envelhecer de forma saudável envolve diferentes fatores, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente e acompanhar a saúde ao longo da vida. Nesse contexto, a proteína tem um papel importante, especialmente porque ajuda a preservar a massa muscular, a força e a capacidade funcional, que tendem a diminuir naturalmente com o avanço da idade.

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Por que a necessidade de proteína muda com a idade?

Com o passar dos anos, o organismo se torna menos eficiente em utilizar as proteínas para estimular a formação e a manutenção dos músculos. Esse processo faz parte do envelhecimento e pode favorecer a perda gradual de massa muscular e força.

Por isso, garantir uma ingestão adequada de proteínas passa a ser ainda mais importante para ajudar a manter a funcionalidade e a independência nas atividades do dia a dia.

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Quando consumida em quantidades adequadas e como parte de uma alimentação equilibrada, a proteína pode contribuir para:

  • Preservar a massa muscular;
  • Manter a força e a mobilidade;
  • Favorecer a recuperação após doenças ou internações;
  • Reduzir o risco de fragilidade;
  • Ajudar na manutenção da autonomia e da qualidade de vida.

Esses benefícios são potencializados quando a alimentação é associada à prática regular de atividade física, especialmente exercícios de fortalecimento muscular.

Quais alimentos são boas fontes de proteína?

A proteína pode ser obtida por meio de alimentos de origem animal e vegetal. Entre as principais fontes estão:

  • Carnes magras;
  • Peixes;
  • Ovos;
  • Leite e derivados;
  • Feijão;
  • Lentilha;
  • Grão-de-bico;
  • Soja e derivados;
  • Oleaginosas, como castanhas e amendoim.

Uma alimentação variada costuma ser suficiente para atender às necessidades da maioria das pessoas. O ideal é distribuir o consumo de proteínas ao longo do dia, conforme orientação de um profissional de saúde.

É preciso tomar suplemento de proteína?

Em muitos casos, uma alimentação equilibrada fornece a quantidade de proteína necessária. Quando há dificuldade para atingir essa recomendação ou quando existem necessidades específicas, o médico ou nutricionista pode avaliar a indicação de suplementos.

O uso desses produtos deve ser individualizado e orientado por um profissional, considerando o estado de saúde, a alimentação e os objetivos de cada pessoa.

Como incluir mais proteína na rotina?

Algumas estratégias simples podem ajudar:

  • Incluir uma fonte de proteína em todas as principais refeições;
  • Variar entre proteínas de origem animal e vegetal;
  • Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados;
  • Associar uma alimentação equilibrada à prática regular de atividade física.

Pequenas mudanças na rotina podem contribuir para uma alimentação mais completa e favorecer um envelhecimento com mais autonomia.

Conclusão

A proteína é um nutriente importante para o envelhecimento saudável. Quando consumida em quantidade adequada e associada a hábitos de vida saudáveis, ela contribui para preservar a massa muscular, a força e a capacidade funcional, ajudando a manter a independência e a qualidade de vida ao longo dos anos.

Em caso de dúvidas sobre a quantidade ideal de proteína ou sobre a necessidade de suplementação, procure orientação de um médico ou nutricionista.

Fontes:

Ministério da Saúde – Guia Alimentar para a População Brasileira
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Conteúdos sobre envelhecimento saudável – https://sbgg.org.br/

ESPEN – Guideline on Clinical Nutrition and Hydration in Geriatrics
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Como é o tratamento?

Embora a DPOC não tenha cura, existem tratamentos que ajudam a controlar a doença e reduzir o risco de exacerbações, que são períodos em que os sintomas pioram.

O tratamento pode incluir:

  • Parar de fumar;
  • Uso de medicamentos inalatórios, como broncodilatadores e, em alguns casos, corticosteroides;
  • Reabilitação pulmonar;
  • Vacinação contra gripe, pneumococo e outras doenças respiratórias, quando indicada;
  • Oxigenoterapia, para pacientes que apresentam indicação médica.

O tratamento deve ser definido de forma individualizada e acompanhado por um profissional de saúde.

É possível prevenir a DPOC?

A principal forma de prevenir a DPOC é não fumar ou interromper o tabagismo o quanto antes.

Também é importante reduzir a exposição à fumaça de lenha, poeiras e outras substâncias inaláveis presentes em alguns ambientes de trabalho, manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico caso sintomas respiratórios persistam.

Conclusão

A DPOC é uma doença respiratória crônica que pode afetar a função dos pulmões e comprometer a qualidade de vida. Identificar sintomas como falta de ar, tosse persistente e produção frequente de catarro é um passo importante para buscar avaliação médica e iniciar o tratamento o mais cedo possível.

Com acompanhamento adequado, interrupção do tabagismo e adesão ao tratamento, muitas pessoas conseguem controlar os sintomas e manter uma rotina com mais qualidade de vida.

Fontes:

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O Ozempic® (semaglutida) é um medicamento indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. Ele atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1, produzido naturalmente pelo organismo após as refeições, ajudando no controle dos níveis de glicose no sangue.

Além desse efeito, o medicamento também retarda o esvaziamento do estômago, o que pode aumentar a sensação de saciedade e contribuir para a redução da ingestão de alimentos em alguns pacientes. O uso deve ser feito somente com prescrição e acompanhamento médico.

Como o Ozempic funciona?

Segundo a bula, a semaglutida, princípio ativo do Ozempic, age por diferentes mecanismos que ajudam no controle da glicemia. Entre eles estão:

  • Aumenta a secreção de insulina quando os níveis de glicose estão elevados;
  • Reduz a liberação de glucagon, hormônio que contribui para o aumento da glicose no sangue;
  • Retarda o esvaziamento do estômago após as refeições.

Esses efeitos contribuem para melhorar o controle glicêmico em pessoas com diabetes tipo 2.

O Ozempic ajuda na perda de peso?

Sim, a perda de peso pode ocorrer durante o tratamento. De acordo com a bula, pacientes tratados com Ozempic apresentaram redução do peso corporal em estudos clínicos. Esse efeito está relacionado, entre outros fatores, ao aumento da sensação de saciedade e à redução da ingestão de alimentos observada durante o tratamento.

No entanto, o medicamento não deve ser utilizado por conta própria para emagrecer. A indicação depende da avaliação médica e das características de cada paciente.

Quando os resultados costumam aparecer?

Os efeitos do Ozempic sobre o controle da glicemia e a redução do peso costumam ocorrer de forma gradual ao longo do tratamento. Por isso, é importante seguir corretamente a dose prescrita pelo médico e manter o acompanhamento durante o uso do medicamento.

Quais são os efeitos colaterais mais comuns?

Existem sintomas mais comuns no início do tratamento, mas eles tendem a diminuir à medida que o organismo se adapta ao medicamento. Os efeitos adversos mais frequentes descritos na bula incluem:

  • Náusea;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Constipação;
  • Dor abdominal.

Caso os efeitos colaterais sejam intensos ou persistentes, é importante procurar orientação médica.

Em resumo

O Ozempic atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1, ajudando no controle da glicemia e retardando o esvaziamento do estômago. Como consequência, alguns pacientes também apresentam maior sensação de saciedade e redução do peso corporal durante o tratamento.

Por se tratar de um medicamento de prescrição, seu uso deve sempre ser acompanhado por um médico. Nunca interrompa ou altere a dose por conta própria.

Fontes:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – Bulário Eletrônico (Ozempic®)
https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

Novo Nordisk Brasil – Bula do Ozempic®
https://www.novonordisk.com.br/

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
https://diabetes.org.br/

American Diabetes Association (ADA) – Standards of Care in Diabetes
https://diabetesjournals.org/care

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Mulher sorrindo
Saúde bucal e doenças crônicas: o que a ciência já sabe?
Estudos apontam que a saúde bucal está relacionada a diversas doenças crônicas. Entenda o que a ciência já sabe sobre essa conexão.

Saúde bucal e doenças crônicas: o que a ciência já sabe?

Estudos apontam que a saúde bucal está relacionada a diversas doenças crônicas. Entenda o que a ciência já sabe sobre essa conexão.
Mulher sorrindo

Nas últimas décadas, pesquisas têm demonstrado que problemas bucais, como a doença periodontal, podem estar associados a diversas doenças crônicas, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e algumas condições respiratórias.

Embora nem sempre exista uma relação direta de causa e efeito, as evidências mostram que a saúde bucal faz parte do cuidado integral com o organismo e merece atenção em todas as fases da vida.

Qual é a relação entre saúde bucal e doenças crônicas?

A principal ligação ocorre por meio da inflamação. A doença periodontal, caracterizada pela inflamação dos tecidos que sustentam os dentes, pode aumentar a resposta inflamatória do organismo. Esse processo vem sendo associado a condições crônicas que também envolvem inflamação persistente.

Por esse motivo, especialistas consideram que cuidar da saúde bucal também faz parte da prevenção e do controle de diversas doenças.

Diabetes e saúde bucal têm influência mútua

Entre as relações mais bem estabelecidas pela ciência está a existente entre diabetes e doença periodontal. Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver essa doença, especialmente quando a glicemia está mal controlada. Ao mesmo tempo, a inflamação causada pela doença periodontal pode dificultar o controle dos níveis de glicose no sangue. Essa associação reforça a importância do acompanhamento com o dentista como parte do cuidado do diabetes.

O que dizem os estudos sobre doenças cardiovasculares?

Diversos estudos observaram uma associação entre doença periodontal e maior risco de doenças cardiovasculares. No entanto, os especialistas destacam que essa relação não significa, necessariamente, que uma doença cause a outra. Fatores como tabagismo, obesidade e diabetes também podem influenciar esse risco. Ainda assim, manter uma boa saúde bucal é considerado um componente importante de um estilo de vida saudável.

Como manter a saúde bucal?

Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de problemas bucais e contribuem para a saúde geral, como:

  • Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia com creme dental com flúor;
  • Utilizar fio dental diariamente;
  • Manter consultas periódicas com o cirurgião-dentista;
  • Controlar doenças crônicas, como diabetes;
  • Evitar o tabagismo.

Conclusão

A ciência tem demonstrado que a saúde bucal está intimamente relacionada à saúde geral do organismo. Embora ainda esteja em investigação, manter uma boa higiene bucal e realizar acompanhamento odontológico regular pode contribuir não apenas para preservar os dentes e as gengivas, mas também para o cuidado integral da saúde.

Fontes:

Ministério da Saúde – Saúde Bucal (Brasil Sorridente)
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-bucal

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Oral Health
https://www.who.int/health-topics/oral-health

Federação Europeia de Periodontologia (EFP) – Consenso científico sobre a relação entre doença periodontal e diabetes
https://www.efp.org/for-patients/gum-disease-diabetes/

American Dental Association (ADA) – Oral-Systemic Health
https://www.ada.org/resources/research/science-and-research-institute/oral-health-topics/oral-systemic-health

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS/MS)
https://bvsms.saude.gov.br/

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Ozempic como funciona
Como o Ozempic funciona no organismo? Saiba mais
Entenda como o Ozempic atua no organismo, ajuda a controlar a glicemia e por que deve ser utilizado com orientação médica.

Como o Ozempic funciona no organismo? Saiba mais

Entenda como o Ozempic atua no organismo, ajuda a controlar a glicemia e por que deve ser utilizado com orientação médica.
Ozempic como funciona

O Ozempic® (semaglutida) é um medicamento indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. Ele atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1, produzido naturalmente pelo organismo após as refeições, ajudando no controle dos níveis de glicose no sangue.

Além desse efeito, o medicamento também retarda o esvaziamento do estômago, o que pode aumentar a sensação de saciedade e contribuir para a redução da ingestão de alimentos em alguns pacientes. O uso deve ser feito somente com prescrição e acompanhamento médico.

Como o Ozempic funciona?

Segundo a bula, a semaglutida, princípio ativo do Ozempic, age por diferentes mecanismos que ajudam no controle da glicemia. Entre eles estão:

  • Aumenta a secreção de insulina quando os níveis de glicose estão elevados;
  • Reduz a liberação de glucagon, hormônio que contribui para o aumento da glicose no sangue;
  • Retarda o esvaziamento do estômago após as refeições.

Esses efeitos contribuem para melhorar o controle glicêmico em pessoas com diabetes tipo 2.

O Ozempic ajuda na perda de peso?

Sim, a perda de peso pode ocorrer durante o tratamento. De acordo com a bula, pacientes tratados com Ozempic apresentaram redução do peso corporal em estudos clínicos. Esse efeito está relacionado, entre outros fatores, ao aumento da sensação de saciedade e à redução da ingestão de alimentos observada durante o tratamento.

No entanto, o medicamento não deve ser utilizado por conta própria para emagrecer. A indicação depende da avaliação médica e das características de cada paciente.

Quando os resultados costumam aparecer?

Os efeitos do Ozempic sobre o controle da glicemia e a redução do peso costumam ocorrer de forma gradual ao longo do tratamento. Por isso, é importante seguir corretamente a dose prescrita pelo médico e manter o acompanhamento durante o uso do medicamento.

Quais são os efeitos colaterais mais comuns?

Existem sintomas mais comuns no início do tratamento, mas eles tendem a diminuir à medida que o organismo se adapta ao medicamento. Os efeitos adversos mais frequentes descritos na bula incluem:

  • Náusea;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Constipação;
  • Dor abdominal.

Caso os efeitos colaterais sejam intensos ou persistentes, é importante procurar orientação médica.

Em resumo

O Ozempic atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1, ajudando no controle da glicemia e retardando o esvaziamento do estômago. Como consequência, alguns pacientes também apresentam maior sensação de saciedade e redução do peso corporal durante o tratamento.

Por se tratar de um medicamento de prescrição, seu uso deve sempre ser acompanhado por um médico. Nunca interrompa ou altere a dose por conta própria.

Fontes:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – Bulário Eletrônico (Ozempic®)
https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

Novo Nordisk Brasil – Bula do Ozempic®
https://www.novonordisk.com.br/

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) – Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
https://diabetes.org.br/

American Diabetes Association (ADA) – Standards of Care in Diabetes
https://diabetesjournals.org/care

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Casal de idosos fazendo exercícios
Como a proteína contribui para um envelhecimento saudável?
Entenda por que a proteína é importante para preservar músculos, força e autonomia durante o envelhecimento e saiba como incluí-la na alimentação.

Como a proteína contribui para um envelhecimento saudável?

Entenda por que a proteína é importante para preservar músculos, força e autonomia durante o envelhecimento e saiba como incluí-la na alimentação.
Casal de idosos fazendo exercícios

Envelhecer de forma saudável envolve diferentes fatores, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente e acompanhar a saúde ao longo da vida. Nesse contexto, a proteína tem um papel importante, especialmente porque ajuda a preservar a massa muscular, a força e a capacidade funcional, que tendem a diminuir naturalmente com o avanço da idade.

Diretrizes nacionais e internacionais destacam que uma ingestão adequada de proteínas, aliada à prática de exercícios físicos, principalmente os de fortalecimento muscular, contribui para manter a autonomia e a qualidade de vida durante o envelhecimento.

Por que a necessidade de proteína muda com a idade?

Com o passar dos anos, o organismo se torna menos eficiente em utilizar as proteínas para estimular a formação e a manutenção dos músculos. Esse processo faz parte do envelhecimento e pode favorecer a perda gradual de massa muscular e força.

Por isso, garantir uma ingestão adequada de proteínas passa a ser ainda mais importante para ajudar a manter a funcionalidade e a independência nas atividades do dia a dia.

Quais são os benefícios da proteína para o envelhecimento saudável?

Quando consumida em quantidades adequadas e como parte de uma alimentação equilibrada, a proteína pode contribuir para:

  • Preservar a massa muscular;
  • Manter a força e a mobilidade;
  • Favorecer a recuperação após doenças ou internações;
  • Reduzir o risco de fragilidade;
  • Ajudar na manutenção da autonomia e da qualidade de vida.

Esses benefícios são potencializados quando a alimentação é associada à prática regular de atividade física, especialmente exercícios de fortalecimento muscular.

Quais alimentos são boas fontes de proteína?

A proteína pode ser obtida por meio de alimentos de origem animal e vegetal. Entre as principais fontes estão:

  • Carnes magras;
  • Peixes;
  • Ovos;
  • Leite e derivados;
  • Feijão;
  • Lentilha;
  • Grão-de-bico;
  • Soja e derivados;
  • Oleaginosas, como castanhas e amendoim.

Uma alimentação variada costuma ser suficiente para atender às necessidades da maioria das pessoas. O ideal é distribuir o consumo de proteínas ao longo do dia, conforme orientação de um profissional de saúde.

É preciso tomar suplemento de proteína?

Em muitos casos, uma alimentação equilibrada fornece a quantidade de proteína necessária. Quando há dificuldade para atingir essa recomendação ou quando existem necessidades específicas, o médico ou nutricionista pode avaliar a indicação de suplementos.

O uso desses produtos deve ser individualizado e orientado por um profissional, considerando o estado de saúde, a alimentação e os objetivos de cada pessoa.

Como incluir mais proteína na rotina?

Algumas estratégias simples podem ajudar:

  • Incluir uma fonte de proteína em todas as principais refeições;
  • Variar entre proteínas de origem animal e vegetal;
  • Priorizar alimentos in natura ou minimamente processados;
  • Associar uma alimentação equilibrada à prática regular de atividade física.

Pequenas mudanças na rotina podem contribuir para uma alimentação mais completa e favorecer um envelhecimento com mais autonomia.

Conclusão

A proteína é um nutriente importante para o envelhecimento saudável. Quando consumida em quantidade adequada e associada a hábitos de vida saudáveis, ela contribui para preservar a massa muscular, a força e a capacidade funcional, ajudando a manter a independência e a qualidade de vida ao longo dos anos.

Em caso de dúvidas sobre a quantidade ideal de proteína ou sobre a necessidade de suplementação, procure orientação de um médico ou nutricionista.

Fontes:

Ministério da Saúde – Guia Alimentar para a População Brasileira
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) – Conteúdos sobre envelhecimento saudável – https://sbgg.org.br/

ESPEN – Guideline on Clinical Nutrition and Hydration in Geriatrics
https://www.clinicalnutritionjournal.com/article/S0261-5614(18)30210-3/fulltext

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Healthy ageing
https://www.who.int/health-topics/ageing

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O que é DPOC? Entenda a doença pulmonar obstrutiva crônica
A DPOC é uma doença respiratória crônica que dificulta a passagem do ar pelos pulmões. Conheça os sintomas, as causas e como é feito o tratamento.

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A DPOC é uma doença respiratória crônica que dificulta a passagem do ar pelos pulmões. Conheça os sintomas, as causas e como é feito o tratamento.
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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença respiratória que dificulta a passagem do ar pelos pulmões. Isso acontece porque as vias aéreas e os pulmões sofrem alterações que tornam a respiração mais difícil ao longo do tempo.

A DPOC inclui principalmente a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. Embora não tenha cura, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado ajudam a aliviar os sintomas, reduzir o risco de crises e melhorar a qualidade de vida.

Quais são os principais sintomas da DPOC?

Os sintomas costumam aparecer aos poucos e podem piorar com o passar dos anos. Os mais comuns são:

  • Falta de ar, principalmente durante atividades físicas;
  • Tosse persistente;
  • Produção frequente de catarro;
  • Chiado no peito;
  • Cansaço.

Em fases mais avançadas, atividades simples, como caminhar pequenas distâncias ou subir escadas, podem exigir mais esforço.

O que causa a DPOC?

O tabagismo é a principal causa da DPOC e está relacionado à maior parte dos casos.

A doença também pode estar associada à exposição prolongada à fumaça de lenha, poeiras, vapores e produtos químicos presentes em alguns ambientes de trabalho.

Em uma parcela menor dos casos, a DPOC pode estar relacionada à deficiência de alfa-1 antitripsina, uma condição genética hereditária.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico deve ser realizado por um médico, que avaliará os sintomas, o histórico de saúde e solicitará a espirometria.

Esse exame mede o funcionamento dos pulmões e é considerado essencial para confirmar a limitação persistente da passagem do ar, característica da DPOC.

Como é o tratamento?

Embora a DPOC não tenha cura, existem tratamentos que ajudam a controlar a doença e reduzir o risco de exacerbações, que são períodos em que os sintomas pioram.

O tratamento pode incluir:

  • Parar de fumar;
  • Uso de medicamentos inalatórios, como broncodilatadores e, em alguns casos, corticosteroides;
  • Reabilitação pulmonar;
  • Vacinação contra gripe, pneumococo e outras doenças respiratórias, quando indicada;
  • Oxigenoterapia, para pacientes que apresentam indicação médica.

O tratamento deve ser definido de forma individualizada e acompanhado por um profissional de saúde.

É possível prevenir a DPOC?

A principal forma de prevenir a DPOC é não fumar ou interromper o tabagismo o quanto antes.

Também é importante reduzir a exposição à fumaça de lenha, poeiras e outras substâncias inaláveis presentes em alguns ambientes de trabalho, manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico caso sintomas respiratórios persistam.

Conclusão

A DPOC é uma doença respiratória crônica que pode afetar a função dos pulmões e comprometer a qualidade de vida. Identificar sintomas como falta de ar, tosse persistente e produção frequente de catarro é um passo importante para buscar avaliação médica e iniciar o tratamento o mais cedo possível.

Com acompanhamento adequado, interrupção do tabagismo e adesão ao tratamento, muitas pessoas conseguem controlar os sintomas e manter uma rotina com mais qualidade de vida.

Fontes:

Ministério da Saúde –  https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/d/doenca-pulmonar-obstrutiva-cronica

Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD) – Global Strategy for Prevention, Diagnosis and Management of COPD – https://goldcopd.org/

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) – Diretrizes sobre DPOC
https://sbpt.org.br/

MSD Manuals – https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-pulmonares/doença-pulmonar-obstrutiva-crônica-e-doenças-relacionadas/doença-pulmonar-obstrutiva-crônica-dpoc

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Nova lei amplia direitos de pessoas com diabetes tipo 1
Nova lei reconhece o diabetes tipo 1 como deficiência para todos os efeitos legais. Entenda o que muda com para os cidadãos diabéticos.

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Pessoas com diabetes tipo 1 passaram a contar com um importante avanço na legislação brasileira. A Lei nº 15.439, de 26 de junho de 2026, reconhece o diabetes mellitus tipo 1 como deficiência para todos os efeitos legais.

A nova lei busca ampliar a inclusão e garantir que pessoas com diabetes tipo 1 possam acessar os direitos e as políticas públicas destinados às pessoas com deficiência, conforme as regras previstas para cada benefício.

O que muda com a nova lei?

Com o reconhecimento do diabetes tipo 1 como deficiência para efeitos legais, pessoas com essa condição passam a ter respaldo jurídico para acessar direitos previstos na legislação brasileira destinados às pessoas com deficiência.

Na prática, isso pode incluir políticas públicas, programas de inclusão e outros benefícios previstos em lei, sempre de acordo com os critérios estabelecidos para cada situação.

Qual é o objetivo da medida?

Segundo a Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado com o objetivo de promover maior inclusão social e reduzir barreiras enfrentadas por pessoas com diabetes tipo 1.

A proposta também reconhece os desafios diários relacionados ao controle da doença, como o monitoramento frequente da glicemia, a aplicação de insulina e os cuidados contínuos necessários para prevenir complicações.

A lei garante automaticamente todos os benefícios?

O reconhecimento do diabetes tipo 1 como deficiência representa um importante avanço, mas o acesso a determinados direitos e benefícios continua dependendo das regras previstas em cada legislação específica.

Em alguns casos, podem ser exigidos documentos, avaliações ou o cumprimento de requisitos estabelecidos pelo programa ou benefício solicitado.

O que muda para quem vive com diabetes tipo 1?

Além do reconhecimento legal, a nova lei fortalece a discussão sobre acessibilidade, inclusão e atenção às necessidades das pessoas que convivem com a doença.

Especialistas destacam que medidas como essa podem contribuir para ampliar o acesso a políticas públicas e promover maior segurança jurídica para os pacientes.

Conclusão

A publicação da Lei nº 15.439/2026 representa um marco para as pessoas com diabetes tipo 1 no Brasil ao reconhecer a condição como deficiência para todos os efeitos legais.

Quem tiver dúvidas sobre os direitos previstos ou sobre o acesso a benefícios específicos deve procurar os órgãos responsáveis ou buscar orientação especializada para conhecer os requisitos aplicáveis a cada caso.

Fontes:

Presidência da República – https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15439.htm

Câmara dos Deputados – Deputados aprovam projeto que garante direitos para pessoas com diabetes tipo 1 – https://www.camara.leg.br/noticias/1276611-deputados-aprovam-projeto-que-garante-direitos-para-pessoas-com-diabetes-tipo-1

Ministério da Saúde – https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes

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Saúde bucal e doenças crônicas: o que a ciência já sabe?
Estudos apontam que a saúde bucal está relacionada a diversas doenças crônicas. Entenda o que a ciência já sabe sobre essa conexão.

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Nas últimas décadas, pesquisas têm demonstrado que problemas bucais, como a doença periodontal, podem estar associados a diversas doenças crônicas, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e algumas condições respiratórias.

Embora nem sempre exista uma relação direta de causa e efeito, as evidências mostram que a saúde bucal faz parte do cuidado integral com o organismo e merece atenção em todas as fases da vida.

Qual é a relação entre saúde bucal e doenças crônicas?

A principal ligação ocorre por meio da inflamação. A doença periodontal, caracterizada pela inflamação dos tecidos que sustentam os dentes, pode aumentar a resposta inflamatória do organismo. Esse processo vem sendo associado a condições crônicas que também envolvem inflamação persistente.

Por esse motivo, especialistas consideram que cuidar da saúde bucal também faz parte da prevenção e do controle de diversas doenças.

Diabetes e saúde bucal têm influência mútua

Entre as relações mais bem estabelecidas pela ciência está a existente entre diabetes e doença periodontal. Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver essa doença, especialmente quando a glicemia está mal controlada. Ao mesmo tempo, a inflamação causada pela doença periodontal pode dificultar o controle dos níveis de glicose no sangue. Essa associação reforça a importância do acompanhamento com o dentista como parte do cuidado do diabetes.

O que dizem os estudos sobre doenças cardiovasculares?

Diversos estudos observaram uma associação entre doença periodontal e maior risco de doenças cardiovasculares. No entanto, os especialistas destacam que essa relação não significa, necessariamente, que uma doença cause a outra. Fatores como tabagismo, obesidade e diabetes também podem influenciar esse risco. Ainda assim, manter uma boa saúde bucal é considerado um componente importante de um estilo de vida saudável.

Como manter a saúde bucal?

Alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de problemas bucais e contribuem para a saúde geral, como:

  • Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia com creme dental com flúor;
  • Utilizar fio dental diariamente;
  • Manter consultas periódicas com o cirurgião-dentista;
  • Controlar doenças crônicas, como diabetes;
  • Evitar o tabagismo.

Conclusão

A ciência tem demonstrado que a saúde bucal está intimamente relacionada à saúde geral do organismo. Embora ainda esteja em investigação, manter uma boa higiene bucal e realizar acompanhamento odontológico regular pode contribuir não apenas para preservar os dentes e as gengivas, mas também para o cuidado integral da saúde.

Fontes:

Ministério da Saúde – Saúde Bucal (Brasil Sorridente)
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-bucal

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Oral Health
https://www.who.int/health-topics/oral-health

Federação Europeia de Periodontologia (EFP) – Consenso científico sobre a relação entre doença periodontal e diabetes
https://www.efp.org/for-patients/gum-disease-diabetes/

American Dental Association (ADA) – Oral-Systemic Health
https://www.ada.org/resources/research/science-and-research-institute/oral-health-topics/oral-systemic-health

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https://bvsms.saude.gov.br/

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