Receita retida passa a ser exigida para Ozempic e Mounjaro
- junho 23, 2025
- 5:01 pm
Retenção de receita para compra de Ozempic e Mounjaro começa a valer: entenda o que muda
A partir desta segunda-feira (23), entra em vigor uma nova regra da Anvisa que torna obrigatória a retenção da receita médica para a compra dos medicamentos Ozempic (semaglutida) e Mounjaro (tirzepatida). A medida, publicada no Diário Oficial da União, tem como objetivo reforçar o controle sobre o uso desses medicamentos, que têm sido cada vez mais buscados para fins estéticos, especialmente para emagrecimento.
Os dois remédios são indicados oficialmente para o tratamento de diabetes tipo 2, mas seu uso fora da bula (off label) tem crescido, principalmente entre pessoas que desejam perder peso rapidamente. Com a nova exigência, a compra passa a seguir os mesmos critérios de controle já adotados para medicamentos sujeitos à receita branca com retenção.
O que significa “retenção de receita”?
A retenção da receita é uma medida de controle que obriga a farmácia a ficar com a via original da prescrição no momento da venda. O paciente não pode reutilizar a receita para outras compras.
Além disso, a receita precisa estar dentro do prazo de validade (normalmente 30 dias), conter as informações completas do médico (incluindo CRM), e a identificação do paciente.
Por que essa medida foi adotada?
A nova exigência é uma resposta ao uso indiscriminado e muitas vezes inadequado desses medicamentos.
Tanto o Ozempic quanto o Mounjaro atuam no controle da glicemia e promovem, como efeito secundário, a redução do apetite e da ingestão calórica. Embora isso possa levar à perda de peso, o uso sem acompanhamento médico pode causar efeitos adversos sérios, como:
Náuseas e vômitos
Hipoglicemia
Perda de massa magra
Desequilíbrio nutricional
Riscos para pessoas com doenças não diagnosticadas
A Anvisa e outras instituições de saúde vêm alertando sobre os perigos da automedicação e da medicalização da estética, reforçando que esses remédios devem ser usados apenas sob orientação médica e com indicação clínica clara.
Quem já usa o medicamento: o que muda?
Para quem já faz uso de Ozempic ou Mounjaro com prescrição médica, a principal mudança é a exigência de apresentar a receita válida e permitir sua retenção no momento da compra.
A continuidade do tratamento não será prejudicada, mas é importante:
Solicitar ao médico a prescrição com todos os dados exigidos
Organizar a reposição com antecedência para evitar interrupções
Seguir rigorosamente a dosagem e os horários recomendados
A importância do uso consciente
A adoção dessa medida reforça um ponto essencial: medicamento não é solução rápida nem substituto de hábitos saudáveis. O emagrecimento com saúde envolve mudanças sustentáveis na alimentação, atividade física regular, apoio psicológico e, em alguns casos, uso de medicamentos, sempre com critério e acompanhamento profissional.
Ozempic e Mounjaro são inovações importantes no cuidado com o diabetes e, quando bem indicados, podem transformar a qualidade de vida dos pacientes. Por isso, é fundamental garantir que seu uso seja seguro, ético e responsável.
Leia também: Ozempic vai precisar de receita? Entenda a nova exigência da Anvisa
Conclusão
A nova regra de retenção de receita para Ozempic e Mounjaro é um passo importante para fortalecer o uso racional de medicamentos e proteger a saúde da população.
A Drogasil Dose Certa apoia o cuidado consciente e está pronta para orientar você sobre as novas exigências, organizar seus medicamentos com segurança e acompanhar seu tratamento de forma personalizada.
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Como armazenar medicamentos corretamente durante o verão
- janeiro 26, 2026
- 8:00 am
Por que o calor pode comprometer os medicamentos?
As altas temperaturas do verão podem alterar a estabilidade dos medicamentos. O calor excessivo, a umidade e a exposição à luz afetam a composição química de muitos remédios, reduzindo sua eficácia e, em alguns casos, comprometendo a segurança do tratamento.
Segundo a Anvisa, a maioria dos medicamentos deve ser armazenada em temperatura ambiente controlada, geralmente entre 15 °C e 30 °C, salvo orientações específicas na bula.
Onde guardar medicamentos nos dias mais quentes?
Evite locais comuns, mas inadequados
Alguns hábitos são muito frequentes, mas pouco seguros no verão:
Banheiro, por causa da umidade
Cozinha, devido ao calor e à proximidade do fogão
Porta da geladeira, que sofre variações constantes de temperatura
Dentro do carro, mesmo por pouco tempo
O ideal é escolher um local seco, fresco, protegido da luz e longe do alcance de crianças e animais.
Medicamentos que exigem cuidados especiais no calor
Alguns grupos são mais sensíveis às altas temperaturas:
Insulinas e outros medicamentos injetáveis
Hormônios
Anticoncepcionais
Colírios
Medicamentos biológicos
Sempre confira a bula. Quando houver indicação de refrigeração, o armazenamento correto é essencial para garantir o efeito esperado.
Geladeira: quando é realmente necessário?
Nem todo medicamento precisa ser refrigerado. Guardar remédios na geladeira sem indicação pode causar perda de estabilidade.
Quando a refrigeração for indicada:
Mantenha o medicamento na prateleira central
Evite a porta da geladeira
Nunca congele
Use embalagens originais para proteção adicional
A importância da embalagem original
A embalagem protege o medicamento da luz, da umidade e das variações de temperatura. Além disso, nela estão informações essenciais, como validade, lote e orientações de uso.
Evitar a retirada do medicamento da embalagem original reduz riscos de troca, confusão e uso inadequado.
Organização também é cuidado
Manter os medicamentos organizados facilita o uso correto, especialmente no verão, quando viagens e mudanças de rotina são mais frequentes.
A box de medicamentos da Dose Certa ajuda a manter os remédios protegidos, organizados por dia e horário, reduzindo erros e garantindo mais segurança no tratamento mesmo nos períodos mais quentes do ano.
Conclusão
Armazenar medicamentos corretamente no verão é uma etapa fundamental do cuidado com a saúde. Atenção à temperatura, ao local de guarda e às orientações da bula ajuda a preservar a eficácia do tratamento e evitar riscos desnecessários.
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Automatização e saúde: como a Dose Certa ajuda na rotina em 2026
- janeiro 15, 2026
- 8:00 am
A automatização já faz parte da vida de quem busca mais praticidade, segurança e qualidade no cuidado com a saúde. Em 2026, esse movimento se consolida ainda mais, especialmente na gestão do uso de medicamentos, um dos maiores desafios para pessoas com tratamentos contínuos. Nesse cenário, a Dose Certa se destaca como uma aliada importante para transformar a rotina em algo mais simples, confiável e humano.
O que significa automatização na saúde
Automatizar processos na saúde não significa substituir o cuidado humano, mas reduzir falhas operacionais, minimizar esquecimentos e tornar o dia a dia mais previsível. Na prática, isso envolve organização, padronização e apoio à tomada correta de medicamentos, respeitando a prescrição médica.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a baixa adesão ao tratamento é um dos principais fatores que comprometem o controle de doenças crônicas. A automatização surge justamente para enfrentar esse problema.
Os desafios da rotina medicamentosa hoje
Tomar medicamentos nos horários corretos, na dose certa e pelo tempo adequado ainda é um desafio para muitas pessoas. Entre os principais obstáculos estão:
Uso de vários medicamentos ao mesmo tempo
Mudanças frequentes na rotina
Esquecimentos e confusão de doses
Falta de apoio no dia a dia
Esses fatores afetam especialmente idosos, pessoas com doenças crônicas e quem cuida de familiares.
Como a Dose Certa atua na prática
A Dose Certa organiza os medicamentos de acordo com a prescrição médica, separando-os por dia e horário. Essa organização transforma a rotina em algo mais visual, simples e seguro, reduzindo o risco de erros e aumentando a adesão ao tratamento.
Em vez de depender da memória ou de improvisos, a pessoa passa a contar com um sistema que traz clareza e constância para o cuidado diário.
Automatização com foco em segurança e autonomia
Em 2026, a automatização em saúde avança com foco na autonomia do paciente. A Dose Certa contribui para que a pessoa tenha mais controle sobre seu tratamento, sem abrir mão da segurança.
Para familiares e cuidadores, essa organização também traz tranquilidade, pois facilita o acompanhamento do uso correto dos medicamentos e reduz a sobrecarga emocional.
Impacto direto na prevenção e no bem-estar
Uma rotina medicamentosa bem organizada está diretamente ligada à prevenção de complicações, internações evitáveis e agravamento de doenças crônicas. Quando o tratamento é seguido corretamente, os resultados tendem a ser mais consistentes e previsíveis.
Além disso, a organização reduz a ansiedade relacionada ao medo de errar, melhora a confiança no tratamento e contribui para uma relação mais saudável com o cuidado diário.
O futuro da saúde passa pela organização
A automatização não é apenas uma tendência tecnológica, mas uma resposta prática às necessidades reais das pessoas. Em 2026, soluções que unem tecnologia, organização e cuidado humano ganham ainda mais relevância, especialmente em um cenário de envelhecimento da população e aumento de doenças crônicas.
A Dose Certa se insere nesse contexto como uma solução que simplifica, organiza e apoia o cuidado contínuo, sem perder de vista o que mais importa: a saúde das pessoas.
Conclusão
A automatização aplicada à saúde tem o poder de transformar rotinas complexas em cuidados mais leves e seguros. Em 2026, a Dose Certa se consolida como uma aliada essencial para quem busca organização, constância e tranquilidade no uso de medicamentos, contribuindo para uma vida mais saudável e equilibrada.
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Alzheimer: a importância do diagnóstico e tratamento
- janeiro 12, 2026
- 10:04 am
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, o raciocínio e o comportamento. Com o envelhecimento da população, o número de pessoas diagnosticadas tem aumentado, tornando o tema cada vez mais relevante para pacientes, familiares e cuidadores. Entender a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado faz diferença direta na qualidade de vida ao longo da evolução da doença.
O que é o Alzheimer
A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência e está relacionada a alterações no cérebro, como o acúmulo de placas de beta-amiloide e emaranhados neurofibrilares. Essas mudanças comprometem a comunicação entre os neurônios e levam à perda gradual das funções cognitivas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, milhões de pessoas vivem com demência no mundo, sendo o Alzheimer responsável pela maioria dos casos.
Por que o diagnóstico precoce é fundamental
Identificar o Alzheimer em fases iniciais permite que o paciente e a família se organizem melhor para o tratamento e o cuidado futuro. O diagnóstico precoce possibilita:
Início mais rápido do tratamento medicamentoso
Adoção de estratégias para preservar a autonomia
Planejamento familiar e financeiro
Redução de complicações associadas à progressão da doença
Além disso, novos tratamentos disponíveis são indicados justamente para estágios iniciais, o que reforça a importância de reconhecer os primeiros sinais.
Principais sinais de alerta
Alguns sintomas merecem atenção e avaliação médica, especialmente quando se tornam frequentes:
Esquecimento de informações recentes
Dificuldade para organizar tarefas do dia a dia
Alterações de humor e comportamento
Desorientação em relação a tempo e espaço
Problemas para encontrar palavras ou seguir conversas
Esses sinais não devem ser considerados parte natural do envelhecimento sem avaliação profissional.
Tratamento e acompanhamento contínuo
O tratamento do Alzheimer envolve uma abordagem multidisciplinar. Os medicamentos disponíveis ajudam a aliviar sintomas, retardar o declínio cognitivo e melhorar a qualidade de vida, mas não interrompem completamente a progressão da doença.
Além da medicação, o acompanhamento inclui:
Estímulos cognitivos
Atividade física adaptada
Alimentação equilibrada
Apoio psicológico para o paciente e a família
O acompanhamento regular permite ajustes no tratamento conforme a evolução do quadro.
A importância da organização da rotina medicamentosa
Com o avanço da doença, o risco de esquecimentos aumenta. Manter a rotina de medicamentos organizada é essencial para garantir a eficácia do tratamento e evitar erros de dose.
A box de medicamentos contribui para a segurança do uso diário, facilitando a visualização dos horários e doses corretas. Soluções como a Dose Certa ajudam pacientes e cuidadores a manterem o tratamento em dia, com mais tranquilidade.
O papel da família e dos cuidadores
A família tem um papel central no cuidado com pessoas com Alzheimer. Informação, acolhimento e organização fazem diferença na adesão ao tratamento e na preservação da dignidade do paciente.
Buscar orientação profissional, participar de grupos de apoio e contar com serviços que auxiliem na rotina são estratégias importantes para reduzir a sobrecarga emocional.
Conclusão
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado do Alzheimer são fundamentais para garantir mais qualidade de vida ao paciente e aos seus familiares. Informar-se, reconhecer os sinais iniciais e manter uma rotina organizada são atitudes que fazem diferença ao longo de toda a jornada da doença.
Leia também: Diabetes e Risco Cardiovascular: entenda a relação
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Medicamentos que exigem atenção redobrada no calor
- janeiro 9, 2026
- 8:00 am
Com a elevação das temperaturas, o corpo passa por mudanças importantes, como aumento da transpiração, dilatação dos vasos sanguíneos e maior risco de desidratação. Esses fatores podem interferir diretamente na forma como alguns medicamentos agem no organismo, exigindo atenção especial durante períodos de calor intenso.
Entender quais remédios pedem cuidados extras ajuda a evitar efeitos adversos e garante mais segurança ao tratamento.
Por que o calor interfere na ação dos medicamentos
O calor pode alterar a absorção, a distribuição e a eliminação dos medicamentos pelo organismo. A perda excessiva de líquidos, por exemplo, pode concentrar o princípio ativo no sangue, aumentando o risco de efeitos colaterais. Além disso, temperaturas elevadas podem comprometer a estabilidade de certos medicamentos quando armazenados de forma inadequada.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), variações de temperatura podem afetar tanto a eficácia quanto a segurança dos medicamentos, especialmente os de uso contínuo.
Diuréticos e o risco de desidratação
Os diuréticos, muito utilizados no tratamento da hipertensão e de doenças cardíacas, aumentam a eliminação de líquidos e sais minerais pela urina. Em dias quentes, o uso desses medicamentos pode potencializar a desidratação e causar sintomas como tontura, fraqueza, queda de pressão e câimbras.
É fundamental manter uma hidratação adequada e seguir rigorosamente as orientações médicas.
Medicamentos para pressão e coração
Anti-hipertensivos, como betabloqueadores e vasodilatadores, podem ter seus efeitos intensificados pelo calor. A combinação entre altas temperaturas e esses medicamentos pode favorecer quedas de pressão, sensação de mal-estar e desmaios, principalmente em idosos.
Monitorar a pressão arterial com mais frequência e evitar exposição prolongada ao sol são cuidados importantes.
Insulina e outros medicamentos sensíveis à temperatura
A insulina e alguns medicamentos injetáveis ou biológicos exigem armazenamento em temperatura controlada. O calor excessivo pode reduzir sua eficácia, mesmo que não haja alteração visível no produto.
A Organização Mundial da Saúde reforça que medicamentos termossensíveis devem ser mantidos conforme orientação da bula, geralmente entre 2 °C e 8 °C, quando refrigerados.
Psicofármacos e regulação da temperatura corporal
Antidepressivos, antipsicóticos e ansiolíticos podem interferir nos mecanismos naturais de regulação da temperatura do corpo. Em dias muito quentes, isso pode aumentar o risco de superaquecimento, sonolência excessiva e confusão mental.
Nesses casos, é importante evitar esforço físico intenso, manter ambientes ventilados e relatar qualquer sintoma diferente ao profissional de saúde.
Analgésicos e anti-inflamatórios
Alguns analgésicos e anti-inflamatórios podem sobrecarregar os rins quando associados à desidratação, condição mais comum no calor. O uso inadequado desses medicamentos em dias quentes pode aumentar o risco de alterações renais, especialmente em idosos e pessoas com doenças crônicas.
Cuidados práticos para usar medicamentos no calor
Algumas atitudes simples ajudam a reduzir riscos:
Manter uma boa ingestão de água ao longo do dia
Evitar deixar medicamentos expostos ao sol ou em locais abafados
Seguir rigorosamente os horários e doses prescritos
Armazenar os medicamentos conforme orientação da bula
Procurar orientação farmacêutica ou médica diante de qualquer sintoma diferente
A organização correta da rotina de medicamentos também contribui para mais segurança, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade, como o verão.
Conclusão
O calor exige atenção redobrada com a saúde e com o uso de medicamentos. Conhecer os riscos, manter a hidratação e seguir as orientações profissionais são atitudes essenciais para garantir a eficácia do tratamento e evitar complicações.


