Dose Certa

Trastuzumabe Entansina no SUS: avanço no tratamento do câncer HER2+

Novo medicamento no SUS promete reduzir em até 50% a mortalidade por câncer de mama HER2+. Entenda como ele funciona e quem será beneficiado.

Outubro Rosa e um marco histórico para a saúde pública

Outubro é o mês da conscientização sobre o câncer de mama. E em 2025, ele chegou com uma notícia que aquece o coração de milhares de brasileiras: o Ministério da Saúde recebeu o primeiro lote do Trastuzumabe Entansina, um medicamento de última geração agora disponível no SUS para tratar o câncer de mama HER2-positivo.
Mas o que isso significa na prática? Como esse remédio pode mudar vidas? E como garantir o uso seguro e prático desse tratamento? Vamos te explicar tudo, com carinho e clareza.

O que é o câncer de mama HER2-positivo?

O câncer de mama HER2-positivo é uma forma mais agressiva da doença. Ele representa cerca de 20% dos casos e se caracteriza pela superexpressão da proteína HER2, que estimula o crescimento das células tumorais.
Sem tratamento adequado, esse tipo de câncer pode evoluir rapidamente. Por isso, terapias-alvo como o Trastuzumabe Entansina são tão importantes.

Como o Trastuzumabe Entansina age no organismo?

Esse medicamento é uma terapia-alvo conjugada, ou seja, combina um anticorpo monoclonal (trastuzumabe) com um agente quimioterápico (emtansina). Ele atua de forma precisa:
  • Reconhece e se liga à proteína HER2 nas células tumorais.
  • Entrega o quimioterápico diretamente no tumor, poupando células saudáveis.
  • Reduz efeitos colaterais comuns da quimioterapia tradicional.
Essa tecnologia representa um salto em segurança e eficácia no tratamento.

Quem será beneficiado pelo SUS?

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento atenderá 100% da demanda atual do SUS, beneficiando 1.144 pacientes em 2025. As entregas estão programadas em quatro lotes:
  • Outubro de 2025 (já entregue)
  • Dezembro de 2025
  • Março de 2026
  • Junho de 2026
Essa organização garante acesso contínuo e seguro ao tratamento.

Por que essa conquista é tão importante?

Além de ser um tratamento inovador, o Trastuzumabe Entansina pode reduzir em até 50% a mortalidade por câncer de mama HER2-positivo. Isso significa:
  • Mais tempo de vida com qualidade.
  • Menos internações e complicações.
  • Mais esperança para pacientes e famílias.

Mitos e verdades sobre o novo tratamento

❌ É um remédio experimental?
Não. Ele já é aprovado pela Anvisa e utilizado em diversos países.
✅ Está disponível para todas as pacientes com HER2+?
Sim, desde que estejam dentro dos critérios clínicos definidos pelo SUS.
❌ Tem muitos efeitos colaterais?
Não. Por ser uma terapia-alvo, os efeitos são mais controlados e previsíveis.

Checklist prático: como garantir o uso seguro do medicamento

✅ Converse com o oncologista sobre a indicação do Trastuzumabe Entansina.
✅ Verifique se o hospital ou unidade de saúde já recebeu o medicamento.
✅ Mantenha o esquema de infusões conforme o protocolo.
✅ Informe qualquer efeito adverso ao profissional de saúde.
✅ Use um serviço como a Dose Certa para organizar os demais medicamentos.

Impacto emocional: esperança que transforma

Receber um diagnóstico de câncer de mama é um momento delicado. Mas saber que o SUS está oferecendo um tratamento de ponta, gratuito e eficaz, traz alívio, confiança e esperança.
Para muitas mulheres, isso significa retomar planos, cuidar da família e viver com dignidade. E para os cuidadores, é a certeza de que estão oferecendo o melhor.

Como a Dose Certa pode ajudar?

O Trastuzumabe Entansina é administrado por infusão, mas muitos pacientes também fazem uso de outros medicamentos em casa. É aí que a Dose Certa entra como solução definitiva:
  • Organiza todos os medicamentos por dia e horário.
  • Evita erros humanos na administração.
  • Garante segurança e praticidade para pacientes e cuidadores.
Com a Dose Certa, o foco volta a ser o que realmente importa: o bem-estar.

Conclusão: um passo gigante para a saúde pública

A chegada do Trastuzumabe Entansina ao SUS é uma vitória para a oncologia brasileira. Representa acesso, equidade e inovação. E reforça o compromisso com a vida de milhares de mulheres.
Se você ou alguém próximo está enfrentando o câncer de mama HER2-positivo, saiba que não está sozinha. Conte com o SUS, com os profissionais de saúde e com a Dose Certa para tornar esse caminho mais leve e seguro.

Referências

  • Ministério da Saúde. (2025). https://www.gov.br/saude
  • Instituto Nacional de Câncer (INCA). https://www.inca.gov.br
  • Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). https://www.sboc.org.br

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Autonomia virou prioridade no envelhecimento
Autonomia virou prioridade no envelhecimento. Entenda como rotina, cuidado contínuo e independência ganharam espaço em 2026.

Autonomia virou prioridade no envelhecimento

Autonomia virou prioridade no envelhecimento. Entenda como rotina, cuidado contínuo e independência ganharam espaço em 2026.

O Brasil atravessa uma mudança silenciosa que começa a transformar a forma como famílias, profissionais de saúde e pacientes lidam com o cuidado no dia a dia.

Em 2026, novos levantamentos sobre envelhecimento populacional voltaram a mostrar um crescimento acelerado da população acima dos 60 anos no país. O dado, por si só, não é novidade. O que mudou foi a preocupação crescente com outro ponto: como manter autonomia ao longo do envelhecimento.

Hoje, viver mais já não é visto como o único objetivo. A discussão passou a incluir qualidade de vida, independência e capacidade de manter a própria rotina funcionando com segurança ao longo do tempo.

Esse movimento tem impactado diretamente a forma como o cuidado contínuo é pensado.

Durante muitos anos, grande parte das conversas sobre envelhecimento focava apenas em doenças. Agora, especialistas discutem também o que ajuda uma pessoa a sustentar a própria rotina com menos dependência: memória preservada, organização do dia a dia, mobilidade e continuidade nos cuidados de saúde.

Na prática, pequenas dificuldades passaram a ganhar mais atenção.

Esquecer horários importantes, interromper tratamentos com frequência ou depender de muitas etapas manuais para manter a rotina pode afetar autonomia de forma gradual.

E isso não acontece apenas em idades mais avançadas.

Pessoas que convivem com tratamentos contínuos muitas vezes já lidam com rotinas complexas, excesso de tarefas e múltiplas responsabilidades relacionadas à saúde.

Outro ponto importante é que as famílias mudaram.

Hoje, muitos adultos conciliam trabalho, filhos e o cuidado de pais envelhecendo ao mesmo tempo. Esse cenário aumentou a busca por formas de cuidado que consigam trazer mais previsibilidade e continuidade para a rotina, mesmo sem acompanhamento constante ao longo do dia.

Por isso, o setor de saúde passou a discutir cada vez mais modelos que reduzam atritos no cuidado cotidiano e facilitem a manutenção da rotina de saúde no longo prazo.

No fundo, essa mudança revela uma transformação importante.

A conversa já não é apenas sobre viver mais.

É sobre conseguir manter autonomia, clareza e segurança na própria rotina ao longo da vida.

Leia mais:

Veja outros conteúdos sobre autonomia e rotina de cuidados no blog da Drogasil Dose Certa:
https://www.drogasil.com.br/dose-certa

Fontes:

https://www.ibge.gov.br
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/ageing-and-health
https://agenciabrasil.ebc.com.br

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O cuidado com a saúde está ficando mais fragmentado
A saúde está mais digital, mas também mais fragmentada. Entenda como isso afeta rotina, continuidade e cuidado no dia a dia.

O cuidado com a saúde está ficando mais fragmentado

A saúde está mais digital, mas também mais fragmentada. Entenda como isso afeta rotina, continuidade e cuidado no dia a dia.

Marcar consultas por um aplicativo, receber resultados em outro lugar, falar com profissionais diferentes ao longo do tratamento e precisar acompanhar informações espalhadas entre plataformas, receitas e exames.

Nos últimos anos, a saúde se tornou mais digital, mais rápida e mais acessível. Mas, ao mesmo tempo, muitos pacientes começaram a sentir um novo problema: a fragmentação do cuidado.

Em 2026, especialistas e empresas do setor de saúde passaram a discutir com mais frequência a necessidade de criar jornadas mais integradas para os pacientes, principalmente em tratamentos contínuos. O tema ganhou força com o avanço da saúde digital, da telemedicina e dos atendimentos híbridos no Brasil.

Na prática, isso significa uma mudança importante na forma como as pessoas vivem o próprio cuidado.

Hoje, é comum que um paciente passe por diferentes profissionais, plataformas e etapas sem que exista uma continuidade clara entre elas. O resultado é uma rotina mais cansativa, com excesso de informações, tarefas repetidas e dificuldade para manter constância ao longo do tempo.

O problema não aparece apenas em grandes decisões médicas. Ele aparece no cotidiano.

Quando o cuidado fica espalhado entre muitos processos, aumenta a chance de esquecimentos, interrupções e confusão sobre o que precisa ser feito. Principalmente em tratamentos de longo prazo, pequenas falhas começam a se acumular silenciosamente.

Por isso, a discussão sobre saúde deixou de envolver apenas acesso. Cada vez mais, ela também envolve experiência, continuidade e organização da rotina.

Esse movimento acontece em um momento em que os pacientes estão mais sobrecarregados mentalmente. Rotinas aceleradas, excesso de notificações e múltiplas responsabilidades fizeram com que tarefas ligadas à saúde começassem a disputar atenção com dezenas de outras demandas do dia.

Em muitos casos, o cuidado acaba virando mais uma tarefa administrativa.

É justamente por isso que o setor de saúde começou a olhar com mais atenção para modelos que reduzam atritos na rotina do paciente. A ideia é criar experiências mais simples, previsíveis e integradas, principalmente para pessoas que precisam manter cuidados contínuos.

Essa mudança já aparece em diferentes áreas da saúde brasileira. Tendências recentes apontam crescimento de modelos híbridos de cuidado, integração entre serviços e uso de estratégias comportamentais para melhorar adesão e continuidade dos tratamentos.

No fundo, a discussão vai além da tecnologia.

Ela fala sobre como tornar o cuidado possível dentro da vida real.

Porque, quando a rotina fica complexa demais, até cuidar da própria saúde pode começar a parecer difícil de sustentar.

Fontes:

https://www.segs.com.br/seguros/440420-5-tendencias-que-vao-moldar-a-saude-suplementar-no-brasil-em-2026
https://triagefy.io/blog/tendencias-saude-digital-2026
https://exame.com/bussola/5-tendencias-que-transformarao-o-setor-de-saude-em-2026/
https://xvifinance.com.br/2026/01/07/tendencias-setor-saude-2026-radar-estrategico/

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Solidão entre idosos cresce e acende alerta para saúde
Solidão entre idosos pode impactar rotina, autonomia e bem-estar. Entenda por que o isolamento merece atenção no envelhecimento.

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Solidão entre idosos pode impactar rotina, autonomia e bem-estar. Entenda por que o isolamento merece atenção no envelhecimento.

Em muitos lares, a rotina muda de forma quase imperceptível com o passar do tempo. Conversas diminuem, visitas ficam mais espaçadas e alguns momentos do dia passam a acontecer em silêncio.

Nos últimos anos, o aumento da solidão entre pessoas idosas tem chamado atenção de especialistas em saúde e envelhecimento. O tema voltou a ganhar força em 2026, principalmente pelos impactos que o isolamento pode causar no bem-estar emocional, na autonomia e até na forma como o cuidado com a saúde acontece no dia a dia.

Nem sempre a solidão aparece de maneira evidente. Muitas vezes, ela está presente em pequenas mudanças de comportamento e na perda gradual de hábitos da rotina.

Alguns idosos começam a sair menos de casa. Outros deixam de participar de atividades que antes faziam parte do cotidiano. Aos poucos, tarefas simples podem começar a exigir mais esforço, inclusive aquelas relacionadas ao autocuidado.

Esse cenário merece atenção porque a saúde emocional e a rotina estão diretamente conectadas.

Pesquisas recentes apontam que o isolamento prolongado pode impactar sono, memória, disposição e qualidade de vida. Além disso, quando a rotina perde constância, hábitos importantes tendem a ficar mais desorganizados ao longo do tempo.

Isso pode afetar desde alimentação e hidratação até cuidados contínuos com a saúde.

Outro ponto importante é que muitas famílias vivem hoje uma dinâmica diferente da de anos anteriores. Rotinas aceleradas, excesso de compromissos e relações cada vez mais mediadas pela tecnologia diminuíram parte da convivência presencial.

Mesmo quando existe carinho e preocupação, a falta de presença frequente pode aumentar a sensação de isolamento.

Por isso, pequenas interações do cotidiano fazem diferença. Conversas frequentes, acompanhamento mais próximo e momentos de convivência ajudam a fortalecer vínculos e trazer mais segurança emocional para a rotina.

Quando existe uma rede de apoio mais presente, o cuidado tende a acontecer de forma mais contínua e organizada.

Em um país que envelhece rapidamente, olhar para o bem-estar emocional dos idosos também é olhar para saúde, autonomia e qualidade de vida no longo prazo.

Porque cuidar da saúde também passa por sentir-se acompanhado na rotina.

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Gota (ácido úrico alto): sinais além da dor intensa
Gota pode começar com sinais leves antes da dor intensa. Entenda como identificar sintomas iniciais e controlar o ácido úrico no dia a dia.

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Gota pode começar com sinais leves antes da dor intensa. Entenda como identificar sintomas iniciais e controlar o ácido úrico no dia a dia.

A gota costuma ser lembrada pelas crises de dor intensa nas articulações. Mas antes desses episódios mais agudos, o corpo pode dar sinais mais discretos de que algo não está em equilíbrio.

Identificar esses indícios ajuda a cuidar da condição de forma mais contínua, e não apenas nos momentos de crise.

O que é a gota e por que ela acontece?

A gota é uma condição causada pelo acúmulo de ácido úrico no organismo. Quando esse nível está elevado, podem se formar cristais nas articulações, provocando inflamação.

Isso pode acontecer por fatores como alimentação, predisposição genética e outras condições de saúde.

Quais são os primeiros sinais da gota?

Antes das crises mais intensas, alguns sinais podem aparecer:

  • desconforto leve nas articulações
  • sensação de rigidez, principalmente ao acordar
  • inchaço discreto
  • aumento de sensibilidade em regiões específicas

Esses sintomas podem ser intermitentes e, muitas vezes, ignorados.

Como saber se o ácido úrico está alto?

O aumento do ácido úrico nem sempre causa sintomas imediatos.

Por isso, muitas pessoas só descobrem após uma crise. No entanto, alguns sinais podem levantar suspeita:

  • histórico de dor articular recorrente
  • episódios leves que vão e voltam
  • desconforto sem causa aparente

Exames laboratoriais são a forma mais segura de confirmação.

O que pode desencadear uma crise?

Alguns fatores podem contribuir para o aumento do ácido úrico e o surgimento das crises:

  • alimentação rica em determinados alimentos
  • consumo de bebidas alcoólicas
  • desidratação
  • uso irregular de medicamentos

Esses gatilhos podem variar de pessoa para pessoa.

O que fazer ao perceber os sinais?

Ao notar sintomas frequentes, o ideal é buscar orientação para avaliação.

Além disso, algumas atitudes ajudam no controle:

  • manter hidratação adequada
  • observar padrões alimentares
  • seguir corretamente o tratamento indicado
  • evitar interrupções sem orientação

O cuidado contínuo ajuda a reduzir o risco de crises.

O papel da rotina no controle da gota

A gota é uma condição que exige constância. Pequenas variações na rotina podem impactar diretamente o equilíbrio do organismo.

Manter horários, seguir o tratamento corretamente e evitar esquecimentos faz diferença no controle ao longo do tempo.

Organização não evita apenas crises, mas contribui para mais estabilidade.

Conclusão

A gota não começa apenas com dor intensa. O corpo pode dar sinais mais sutis antes das crises.

Observar esses indícios e manter uma rotina de cuidado ajuda a prevenir episódios mais graves e a manter a qualidade de vida.

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